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Plano de saúde cobre osteopatia?

Por 8 de julho de 2022Vida e Saúde
plano de saúde cobre osteopatia

Uma dor muscular aqui, outra ali… e conforme o tempo passa a necessidade de procurar um profissional de osteopatia aumenta.

Não sabe qual é essa especialidade e menos ainda se a osteopatia é coberta pelo seu plano de saúde? Descubra com a Bidu o que é osteopatia e se plano de saúde cobre osteopatia. Saiba até mesmo se há meios, por exemplo, de obter reembolsos nas consultas realizadas com os profissionais dedicados a essa área.

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Osteopatia: cobertura nos planos de saúde

Antes mesmo de explicar o que é osteopatia, já saiba que plano de saúde cobre osteopatia em muitos casos.

A boa notícia não é de hoje. Desde 1999, de acordo com a Lei dos Planos de Saúde (9656/98), todo convênio é obrigado a cobrir fisioterapia, mediante indicação médica, com a proposta de recuperar a saúde do paciente.

Essa determinação inclui, portanto, os mesmos parâmetros/regras usados para os casos de reembolsos, de acordo com a política de reembolso da empresa seguradora e do contrato assinado pelo cliente do plano de saúde.

Pois é, além da informação principal, já está aí a dica do universo em que a osteopatia está inserida: o da fisioterapia.

É importante saber, porém, que é necessário estar atento ao contrato com o plano de saúde. As consultas e tratamentos têm coberturas diferenciadas. Vale dizer aqui que estamos falando de sessões de fisioterapia e consultas que passaram por mudanças pelo rol de obrigatoriedade, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O que é osteopatia

Como mencionado anteriormente, a osteopatia é uma formação que pode ser praticada pelos fisioterapeutas. Trata-se de um meio de diagnóstico e de tratamento que utiliza recursos manuais para a abordagem terapêutica do corpo e de suas dores.

Na verdade, é uma abordagem integral de cuidados de saúde totalmente centrada na pessoa. Ela reconhece a vital importância da relação entre a estrutura do corpo e o seu funcionamento.

Na osteopatia, após a realização do diagnóstico, o tratamento é feito pelo uso de técnicas manuais com foco em:

  • Músculos;
  • Articulações;
  • Nervos;
  • Tecido conjuntivo;
  • Além do sistema circulatório e dos órgãos internos.

Assim, é possível favorecer a capacidade do corpo de autorregeneração e consequente autocura.

Esta abordagem ampliada está baseada no princípio de que as estruturas e funções do corpo humano estão intimamente integradas. Portanto, o bem-estar de uma pessoa depende do funcionamento conjunto – e equilibrado – das estruturas neurológicas, musculoesqueléticas e viscerais.

Mas, no mundo de hoje, quando os estresses físicos e emocionais ocorrem com frequência (como má postura, lesões do trabalho e do esporte e uma série de outros acidentes), o cenário para o surgimento de disfunções e restrições é favorecido. E se uma das estruturas do corpo está limitada, as demais sofrem adaptações e compensações, fato que pode gerar dor, inflamação, rigidez, entre outros problemas de saúde.

Diante desse cenário, pacientes de todas as idades, o que inclui até mesmo recém-nascidos, podem consultar um osteopata para obterem o benefício de um tratamento manual que não é invasivo. Ainda mais sabendo que plano de saúde cobre osteopatia.

Como a osteopatia é aplicada

Este é um tratamento que passa mais tranquilidade para a pessoa. A popularidade da osteopatia vem aumentando, assim como a procura por tratamentos nos planos de saúde.

Pois é, a osteopatia é uma terapia que atrai pacientes em virtude dos resultados que apresenta e da forma como os procedimentos ocorrem. Ela engloba conhecimentos da medicina alternativa e tem como base a aplicação de técnicas manuais que se parecem com massagens.

Ações efetivas da osteopatia

Como já se sabe que plano de saúde cobre osteopatia em muitos casos, então vamos ter em mente para que servem efetivamente as técnicas aplicadas.

Os osteopatas, aplicam técnicas de alongamento e massagens para melhorar inúmeras condições.

Eles podem mexer nas articulações, músculos e nervos para aliviar dores e melhorar a mobilidade do corpo. Isso contribui para a recuperação, manutenção e restabelecimento do equilíbrio entre o corpo e a mente do paciente. Afinal, alivia a tensão muscular e melhora a circulação sanguínea.

Mas, em geral, a terapia é indicada para aqueles que apresentam problemas como:

  • Luxações;
  • Espasmos musculares;
  • Dores no nervo ciático, na lombar, nas costas, nos ombros, no pescoço, por exemplo;
  • Além de outros problemas que surgem em virtude do sedentarismo, da má postura, de lesões causadas com a prática de esportes, hérnia de disco e, claro, de excesso de estresse.

Orientação médica

Uma das vantagens de ter um plano de saúde é saber que é possível contar com orientação médica sempre que possível.

Por isso, é importante consultar um especialista para saber quais são os tratamentos disponíveis para o problema que se deseja tratar.

No caso de osteopatia, em geral, sabe-se que não podem fazer pacientes que apresentam alterações no corpo que resultam na fragilidade dos ossos como, por exemplo, a osteoporose grave e a metástase óssea.

Também não é indicada para quem tem:

  • Esclerose múltipla;
  • Fraturas nos ossos;
  • Artrite grave;
  • Distúrbios que afetam a coagulação do sangue;
  • Ou para pessoas que usam medicamentos para afinar o sangue.

Primeira consulta

Como todo cuidado com a saúde é pouco, o profissional vai coletar, na primeira consulta, informações sobre os problemas de saúde do paciente, seu histórico familiar de doenças, estilo de vida e hábitos alimentares. Também avaliará a postura da pessoa, além de analisar se ela tem ansiedade ou estresse.

Caso identifique algum problema grave de saúde, poderá encaminhar para um médico como, por exemplo, o ortopedista.

Mas caso a pessoa possa fazer o tratamento, vai perceber que as sessões não causam tensão. O osteopata faz vários movimentos com as mãos, como massagens e alongamentos, para trabalhar os ossos, músculos, ligamentos e nervos com a proposta de aliviar a dor e restaurar a saúde da parte do corpo afetada.

O tratamento com osteopatia, portanto, não provoca dor. No máximo, de acordo com a gravidade das lesões musculares ou no nervo, é possível sentir um leve desconforto após as sessões.

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Última atualização em 08/07/2022

 

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